Ruptura - 2a temporada

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Não tem quem eu conheça que não tenha ficado maluco com o final da primeira temporada de Ruptura. O mundo foi sendo apresentado devagarzinho, com as maluquices da Lumon que soavam como uma crítica caricata ao mundo do trabalho mas se encerrou com uma grande pergunta: que porra é que tá acontecendo nesse lugar?

Não sei se todos ficaram com a mesma impressão mas eu imaginei que a segunda temporada se iniciaria já com essa resposta. Não foi bem assim, apesar daquela abertura eletrizante, lindíssima diga-se de passagem, a temporada se inicia meio morna, apresentando novos personagens e reestruturando o dia-a-dia do RMD.

Invencível - 3a temporada

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A segunda temporada ficou bem aquém do esperado. Tanto na história, que ficou muito cheia de informação, múltiplos vilões que não levavam a caminho algum, quanto em animação que ficou evidentemente mal produzida, a ponto dos próprios roteiristas tentarem brincar de uma maneira bem vergonha-alheia sobre essas limitações.
A terceira veio claramente ciente desses problemas anteriores. A animação ainda possui suas restrições mas para os momentos de ação foi dada a devida atenção aos movimentos, algumas coreografias são até memoráveis. Sobre a narrativa ainda tenho minhas queixas, apesar de achá-la bem mais objetiva com um direcionamento claro para onde eles querem ir, ainda acho que está presa, não concluindo tópicos iniciados na primeira temporada. Existem muitos parênteses abertos, principalmente no núcleo do OmniMan contra os Viltrumitas, e eles continuam voltando MindMaster com um plano do Pink e Cérebro pra dominar o mundo.
Eu gostei muito do episódio do PowerPlex. Todo episódio temos centenas de mortes causadas pelas lutas destes supers destruindo completamente a cidade e as consequências dessas ações não costumam ser abordadas sobre a culpa que recai sobre os protagonistas. A motivação do Scott parece sim meio maluca, pois o Invencível estava tentando defender ainda mais outras mortes, mas é completamente verossímil. Para quem perde um ente querido é normal querer achar um culpado. Inicialmente ele busca por pelo menos um julgamento, mas é completamente ignorado. Os heróis se colocam acima do bem e do mal, acima das leis, e isso pode surtar qualquer um.
Aquele episódio meio filler que acontece pelo meio da temporada onde o Mark precisa viajar no tempo levado pelos irmãos que apareceram anteriormente como vilões também é bem legalzinho. O dilema levantado sobre uma distopia gerada pela imortalidade é algo que não lembro de ter sido tratado em nenhuma outra obra.
No meio de vários acontecimentos hiperbólicos, achei curioso que os pontos que eu mais gostei foram sobre as questões filosóficas de acontecimentos locais. Fiquei me perguntando se encontraria mais disso ao ler os quadrinhos.

Ghostbusters - Mais Além

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Um grandissíssimo filme de tela quente: domingão, família no sofá, pipoca, guaraná, cochilo no meio e você acorda ainda entendendo tudo. Dito isto, achei uma bela homenagem aos filmes clássicos e ao elenco original.
Fiquei me perguntando o que mais eles tem pra espremer já que fizeram uma continuação…

Profissão pai

No último mês rolou uma mudança aqui em casa no qual precisamos reorganizar a rotina. Agora pelas manhãs somos apenas eu e o Arthur para tocar as atividades do dia-a-dia. Como ele é meio avesso a mudanças tive que chamá-lo pra conversar e explicar como rolaria daqui pra frente e alinhar os possíveis problemas que poderiam rolar.

Ele tem uma lista de atividades que precisa fazer: arrumar o quarto, higiene, lanchar, estudar, limpar caixinha do Otto, arrumar-se para escola, etc. E eu, apesar de estar em casa pela maravilha do home-office, não estou disponível para ficar cobrando/lembrando ele de cada atividade. Se ele precisa do meu apoio, basta pedir que participo assim que possível mas o trabalho exige minha atenção na grande parte da manhã.

Demolidor - Netflix

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Com a nova temporada do Demolidor chegando pela Disney, resolvi reassistir as temporadas produzidas pela Netflix. Até onde eu tô sabendo, a ideia é que esta nova produção seja uma espécie de continuação, então está por dentro do que rolou no passado pode melhorar a experiência do futuro. E já adianto, valeu muito a pena. O Demolidor da Netflix é uma das melhores adaptações de heróis para o formato de série. Na primeira temporada, temos a apresentação da trama e seus personagens. Gosto bastante na maneira que o Rei do Crime é construído, em como ele sai de um nome a não ser mencionado, para suas motivações apresentadas, passado revirado, desafiado pelos seus inimigos ao final apoteótico onde ele mesmo demonstrando toda sua força, seja física ou política, ainda assim acaba atrás das grades.

Damasco

damasco

Logo de cara é um artefato belíssimo. Esse quadrinho está muito bem acabado, cada página é um primor e a capa é muito atrativa. A cor do damasco se encaixa muito bem ao longo de toda a obra mas já na capa ela tem um impacto marcante. A contracapa tem um padrão muito bem elaborado que já remete sobre a narrativa que vem a seguir, Saulo no meio daquele cenário caoticamente opressor onde ele se perde. Ele não é mais do mesmo, tão pouco tem seu lugar de destaque.