Arcane

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Quando assisti Arcane pela primeira vez em 2021, assisti com nariz torcido porque nunca gostei de LOL . Filmes e séries de jogos também não tinham uma fama muito boa, logo, supernormal não criarmos qualquer expectativa. Mas, ledo engano, os 3 primeiros episódios que foram lançados me pegaram de jeito. O final do 3o episódio é algo antológico.

É esteticamente deslumbrante.

A animação 3d(comercial) passou por um amadurecimento muito significativo na última década. Saiu de renders com um aspecto matemático, com shaders buscando meramente o realismo para algo mais refinado artisticamente. Inclusive, com intervenções 2d em sua pós-produção. Arcane, na temporada de estreia, apresentou mais uma vertente deste amadurecimento com inspirações de movimentos artísticos clássicos como Art Noveau, a influência do moderno e urbano, como o grafite.

Luke

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Tenho adotado o hábito de ir para livrarias e sebos sem um livro em mente para comprar. De passear, olhar para os títulos em destaque, de ver o movimento pelos setores, o que os jovens estão lendo?
Em um desses passeios me deparei com a capa de Luke que achei belíssima. Um vendedor jovem veio conversar comigo sobre a obra, que eu não conhecia, apresentando o autor que é brasileiro e que desenvolvia este personagem através de tirinhas no Instagram. Este livro, inclusive, teve problemas de lançamento devido aos problemas nas enchentes do Rio Grande do Sul, no ano passado.

Sonic 3

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Não assisti nenhum dos outros 2, por sei lá qual motivo. O Arthur assistiu os outros 2 no cinema, e acho que sempre caiu nas férias, logo foi um desses programas que ele fez no meio da semana que eu não pude participar. Sempre achei que fosse um filme bobinho pras crianças de hoje conhecerem o Sonic, então não me interessei em assistir pra ver qual é.

Little Nightmares

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Arthur sempre me pedia pra jogar alguns jogos de terror, confesso que fico receoso pela tenra idade dele. Não queria ter que acordar de madrugada por conta de pesadelos que poderiam ser completamente evitáveis.
É engraçado porque ele sempre teve essa predileção por temáticas de terror, lembro dele novinho, 2 ou 3 anos de idade, e o episódio favorito do Pocoyo era o de Halloween.

What if (3a temporada)

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O que aconteceria se… colocássemos a Capitã Carter como protagonista do multiverso?
É assim que eu assisto a todas as temporadas de What if . Não entenda errado, eu gosto da obra. Gosto da premissa da série, guardo vários episódios num cantinho quente da minha memória, mas é muito difícil não se frustrar com toda temporada a Capitã Carter sendo empurrada goela abaixo do espectador como a salvadora do dia. Com um multiverso de possibilidades, literalmente, a serem exploradas, ficar voltando na mesma figura fantasiada de bandeira toda vida é muito entediante. Eu gosto muito do episódio de apresentação dela, acho excelente a exploração do “E se”, mas deveria ter sido isso, só a apresentação da personagem. Essa forçação de barra em colocar ela em tudo, parece que eles não consegue usar dessa personagem que não se sustenta em pé sozinha em mais lugar nenhum.

A Substância

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Eu realmente não gosto de cenas com intervenções físicas ao corpo. Não tenho problema com nudez, nem sangue, nem escatologia, mas basta aparecer uma cena com alguém com uma agulha que já me sobe um arrepio pela espinha.
Pra entender melhor, eu assisti Dr. House milhares de vezes (acho até que literalmente 😂) e toda vida que alguém precisava tirar sangue, eu virava o rosto involuntariamente.