Tomb Raider (2013)

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Eu tinha uma vaga memória dos jogos da Lara Croft no PS2 e, diante da promessa dos novos jogos, bateu aquela nostalgia em querer explorar aquelas aventuras novamente. Como não havia jogado a trilogia da geração anterior resolvi dar uma chance, iniciando pelo primeiro jogo de 2013 e foi uma experiência excelente!

Finalizei em 11 ou 12h de jogatina, separado em 3 dias, e o jogo é frenético do início ao fim, ao ponto de virar piada aqui em casa em como a Lara sofre nesta jornada. Por um lado, esta efervescência na evolução do jogo é muito boa pois não fica aquele marasmo de ficar rodando atrás do que fazer. Uma ação puxa a próxima, que cai no próximo puzzle, que leva para o próximo desafio, que leva ao próximo inimigo… Porém, como tudo acontece muito rápido a história por trás de toda aquela ação acaba ficando bem de lado. Não que a narrativa seja ruim, pelo contrário, é até bem resolvida. Simples e objetiva. Mas como você tá imerso em muitas atividades, as vezes você perde o foco dos diálogos porque está ocupado metendo bala pra todo lado.

O senhor das moscas

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Ao longo deste ano eu fiz review de várias adaptações de #quadrinhos . Trazendo um texto separado para cada obra, mas desta vez preciso fazer diferente.
Acontece que eu comecei a leitura do quadrinho e, pela primeira vez, me vi obrigado a parar a leitura e procurar a obra original. Só após a conclusão do livro que voltei para terminar a leitura do quadrinho. Eu até já havia refletido um pouco sobre isto no quadrinho do Grande Sertão: Veradas .

PLUR1BUS

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Uma das melhores surpresas do ano foi esta série. Acho que estamos tão imersos nos mesmos assuntos, nos mesmos formatos que cada obra que se permite trazer algo diferente já se destaca imediatamente. Essa temática da mente coletiva é muito curiosa e abre um leque de possibilidades inimagináveis. Pensando assim por alto, lembro apenas de Rick and Morty abordar de maneira tão parecida.

Marvel Cosmic Invasion

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Esse fim de semana meu afilhado passou aqui em casa, então aproveitei para jogarmos juntos: ele, Arthur e eu. Um estilo de jogo que é quase unânime para todos os gostos é o briga de ruabeat ’em up . Fiquei na dúvida de pegar o novo do Power Rangers , ou o da Marvel, mas acabei optando pelo segundo pela familiaridade das crianças. Acho que Power Rangers não fizeram um bom trabalho de cativar este novo público como foi com a gente 😂.

Zootopia 2

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Acho que todo mundo se surpreendeu positivamente com o primeiro filme, certo? As diversas sacadas de como seria um mundo moderno com os animais convivendo e dividindo os mesmos espaços urbanos foram realmente criativas. Conseguiram explorar diversos temas inerentes deste convívio: predadores vs presas, limitações físicas das espécies, racismo e estereótipos, tudo isso embalado naquele pacote da Disney que diz “Você pode ser o que você quiser”. Mas não apenas em termos narrativos, visualmente também foi surpreendente. O design da cidade nos trazia noção de diversidade, seja de escala, cores e culturas. Lembro, de naquele momento, já sentir a ausência dos animais além dos mamíferos. Beleza, se a ideia é pregar que as características físicas dos mais diversos animais podem ser superadas e eles coexistirem em uma mesma cidade, cadê os repteis, anfíbios e insetos?
Tá, no primeiro filme você consegue embarcar na suspensão de descrença que apenas mamíferos podem ser sencientes neste mundo e bola para frente.

Ghost of Yotei

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Acho que já mencionei antes que tive uma ressaca de anos de jogos triple A. Simplesmente, quando iniciava com toda a complexidade que as história exigiam, jogar tinha deixado de ser um momento de puro relaxamento mas um investimento de energia que eu já não tinha mais. Essa ressaca acabou com o Ghost of Tsushima há 2 anos atrás. Eu simplesmente me encantei pela jogabilidade dinâmica dos estilos de luta com espadas e todo aquele dilema vivido pelo Jin Sakai.