The Paper

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Perdi as contas de quantas vezes já re-assisti The Office. Uma das minhas séries favoritas, de longe. Assim como a maioria das pessoas que já conversei, tive aquele estranhamento inicial dos primeiros episódios mas quando engata a segunda temporada vira só alegria, até a última temporada onde o Michael não está mais presente, a série continua divertida mas você fica com a sensação de estar faltando alguma coisa.

Fantasmas - 1a temporada

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Eu adoro série bobinha de 20 minutos por episódio que você assiste e dá umas risadas enquanto almoça. Sinto que cada vez menos temos este tipo de opção, então estou sempre re-re-re-assistindo um episódio aleatório das séries que eu já terminei. Até que escutando o podcast Frango Fino tive a recomendação desta sitcom, fiquei tão empolgado que pulei a parte que eles conversavam só para não pegar nenhum spoiler.

O último reino

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Adoro ler Bernard Cornwell. Romances que brincam com essa mistura de um pé na realidade, um pé na ficção realmente me pegam de jeito. Até mesmo as bobinhas como a saga do Robert Langdon. Acontece que o Cornwell faz isso de uma maneira muito assertiva. Quando li O Arqueiro pela primeira vez fiquei bastante impactado, principalmente pela sua habilidade de narrar batalhas campais, algo que não tinha visto nenhum autor anteriormente fazer com tanta maestria.

Horizon Zero Dawn

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Anos atrás eu já tinha tentado finalizar esta obra e desistido no meio do caminho. Eu achei a história incrível e a estética deslumbrante, realmente algo inovador. Toda a mitologia criada pela narrativa onde máquinas tomaram conta do planeta mas, não como um Exterminador do Futuro ou Matrix, onde temos uma distopia que o planeta foi simplesmente devastado, toda a diversidade do ecossistema simplesmente é desintegrada. Horizon Zero Dawn apresenta isso de uma maneira completamente diferente*, as máquinas se integram a natureza. Tudo isso de uma maneira muito bem acabada, considerando mitos de criação antigos e replicando o comportamento tribais das comunidades caçadoras-coletoras.

Superman

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Eu gosto do trabalho do James Gunn e sempre embarco de boa vontade nas obras que ele apresenta, falei um pouco disto na outra série dele: Comando das Criaturas . Já do Super-Homem eu não sou lá muito fã não. Sempre achei o personagem roubado da lista: poderes apelões, bom mocismo piegas, tramas megalomaníacas, ZzZzZ… Não assisti o filme de 2013 e, confesso que, não senti em nenhum momento sequer vontade de acompanhar.

Sobre (en)lutar

Esses dias, conversei com meu terapeuta sobre como não sei lidar com a morte. Como uma criança foge da própria sombra, corro deste tema e ele sempre me alcança. Narrei um evento da adolescência que sempre me recordo nesses momentos: chegando da escola minha mãe contou que a vó de um amigo muito próximo tinha falecido e que seria importante eu passar lá para confortá-lo. Eu, que apesar de até aquele momento, já havia perdido meus dois avós enquanto criança, pouco entendia sobre a morte. Pior, pouco entendia sobre o luto. Eu passei lá, estive lá, mas não soube como adentrar naqueles meandros para permitir, de qualquer maneira, aliviar aquela dor que tanto o afligia. Não sabia exatamente o que dizer. Eu sabia frases que eu já tinha ouvido que eram utilizadas para preencher aquele silêncio pesado: “Ela está em um lugar melhor”, “Deus sabe de todas as coisas”, “Agora ela está em paz” que quem me conhece minimamente sabe que eu não acredito. Contudo, o que eu acredito tampouco serve para ser utilizado nestes momentos tão delicados. Logo, não disse nada.