Little Nightmares 2

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No Começo do ano mencionei já ter finalizado o primeiro jogo e adorei. Peguei o 2 na promoção de Verão da PStore e não aguentei, Arthur e eu caímos de cabeça na aventura. Os gráficos ficaram absurdamente melhores, o que contribuiu muito para o clima de terror passado pela estética proposta. Adicionaram uma profundidade de campo com névoas e partículas e por outro lado adicionaram muito mais detalhes aos cenários e personagens. E o terror mora nos detalhes.

Batalha Rap10

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Já disse que adoro realities de comida anteriormente e consegui me surpreender positivamente mais uma vez esse ano. Uma competição culinária com episódios curtinhos com apresentadores bem carismáticos e já conhecidos da audiência, sem muitas estripulias, em sua grande maioria dos desafios lidando com ingredientes do dia-a-dia. Vale super dar uma chance para o Desafio do Mohamad: Batalha Rap10 .

O manual do mago frugal

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Acho que já devo ter contado por aqui mas eu leio com o Arthur desde que ele nasceu. Comecei lendo para ele, depois ajudando ele a ler e por fim lendo com ele. Com ele mais velho, já com 8 anos, resolvi tornar essa experiência ainda mais divertida e já que íamos ler juntos, trazer algumas leituras clássicas para experimentar o quanto ele havia amadurecido enquanto leitor. No ano passado lemos: O Hobbit, As crônicas de Nárnia, Guia do Mochileiro das Galáxias, Os últimos jovens da terra, Dom Quixote em quadrinhos, etc. Ele se saiu extremamente bem! A ponto de neste ano eu permitir ele trilhar essa jornada agora de maneira independente. Acabei de ser graciosamente surpreendido com uma nova fase, a que ele me indica leituras.

Lost - 2a temporada

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Na postagem da primeira temporada , eu relatei toda minha relação com spoiler e como isso pode impactar na experiência desta série. Então, nessa postagem não pretendo fazer essa distinção mais, considerando que se você pretende ler sobre a segunda temporada, é porque você já conhece do que se trata ou não se importa.

Dito isto, achei essa segunda parte ainda melhor. Acho que os produtores da série entenderam os pontos fortes já apresentados na primeira temporada já validados pela audiência e dobraram a aposta. A maneira como os novos personagens foram apresentadas foi muito bem feita, primeiro insinuando-os como os “Outros” e depois explicando que eram os passageiros da parte de trás do avião. A maneira como as novas histórias foram contadas, tanto dos novos personagens, quanto dos antigos, melhorou muito. A intercalação do passado com o presente ajudou muito na criação das tensões.

Quarteto Fantástico - primeiros passos

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Acho que tá todo mundo um pouco cansado do universo de superheróis. Desde o Ultimato parece tudo é mais do mesmo. Até tiveram alguns filmes que me interessaram pelos burburinhos, como o Thunderbolts e agora o novo Superman, mas nada o suficiente para me levar ao cinema.

Quarteto fantástico conseguiu isso porque eu sabia que não ia ser nada megalomaníaco, nada de multitramas ocorrendo em multiversos que você precisa pegar a referência X do momento Y da série Z. Visualmente o filme já se apresentava como uma renovação para o gênero, e super valeu a pena. Filme está lindo. O design de produção caprichou em cada detalhe. Os heróis funcionam muito bem nesse universo retrô, tanto esteticamente com suas coladas em tons pastéis, quanto filosoficamente sendo bastiões da proteção do planeta. A direção assume esse tom logo de início sem se preocupar em explicar um grande porquê, o que funciona muito bem. A introdução do filme é muito bem feita, passando bem rápido pelo que já é de conhecimento notório dos fãs e focando em apresentar o desafio que os esperam no filme e esse para mim é o grande acerto do filme, a cadência. O tempo voou dentro do cinema, quando vi a história já estava concluída.

Hacks - 1a temporada

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Estava atrás de uma série de comédia para acompanhar até que me deparei com Hacks na Max(HBO? HBOMax? Tô mais perdido que o departamento de marketing deles).

A ideia é explorar o conflito geracional de duas comediantes na tentativa de se encontrar na vida (profissional e pessoal). Enquanto uma ainda está tropeçando para se entender na profissão a outra já está no seu “fim de carreira”, e o contrário também, de uma já estar repetindo as mesmas piadas, a mais jovem entra como um sopro de frescor para seu repertório. A primeira temporada explora toda uma discussão bem contemporânea sobre como a geração Z e os boomers enxergam o mercado de trabalho: enquanto uma enxergava a obrigação de fazer o que for preciso para o sucesso, a outra enxerga naquela obrigação uma promessa que nunca se cumprirá. Além de apresentar todo o cenário caótico familiar que as personagens estão inseridos, com doses de drama bem calibrados para gerar o contraste necessário para deixar tudo ainda mais engraçado. Também tem uma perspectiva nova, pelo menos baseado no meu repertório limitado, sobre a visão das mulheres na mercado da comédia. A série demora alguns episódios para engatar mas quando as duas personagens se conectam melhora substancialmente: elas permitem ser vulneráveis reciprocamente, o que abre liberdade para rir de si mesmas.